Para o MinC, a mudança de status pode facultar o uso da recursos da Política Nacional de Cultura Viva, que dispõe de R$ 500 milhões anuais para financiar propostas dos pontos de cultura.
“Queremos promover políticas públicas que sejam duradouras, transformadoras e contribuam efetivamente para o desenvolvimento do carnaval brasileiro”, prometeu Tavares em registro do próprio MinC.
Além de tornar escolas de samba em pontos de cultura, o MinC anunciou a formação de grupo de trabalho permanente dedicado ao carnaval dentro do ministério, a oferta de cursos de capacitação na plataforma Escola Solano Trindade de Formação e Qualificação Artística, Técnica e Cultural (Escult) – o que pode capacitar pessoas nas escolas de samba para propor projetos em editais públicos, como ocorre com os mecanismos de fomento da Lei Aldir Blanc.
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Ao término do congresso na UFSC, a Federação Nacional das Escolas de Samba publicou a “Carta de Florianópolis 2025”, onde defende que “o carnaval necessita de um espaço institucional que atue como articulador de políticas públicas e promova o diálogo com os demais órgãos do governo federal.”
A federação reivindica “políticas públicas permanentes”, como o financiamento da infraestrutura cultural e artística, a promoção de projetos de internacionalização e intercâmbio cultural, e o acesso ao “mercado da Indústria cultural”.
Janela / Agência Brasil